01 abril 2013

Perguntas e Respostas para Quem vai entregar o IRS



O Imposto sobre Rendimento Social referente ao ano de 2012 está em fase de entrega, dia 1 de Abril é a vez dos trabalhadores de "recibos verdes" e pensionistas. Conheça os prazos, o que pode deduzir e outros detalhes


Ler mais: aqui

11 março 2013

Desafios Seguranet


Na vida preocupamo-nos em educar os nossos filhos o melhor possível, ensinando-lhes regras, dando-lhes conselhos, acompanhando-os nas suas diversas actividades  alertando-os constantemente para eventuais perigos etc. A Internet entrou nas nossas vidas e veio para ficar, passando a fazer parte delas. Mas tal como acontece com outras coisas nas nossas vidas, a Internet comporta alguns riscos com os quais temos de aprender a lidar para podermos preparar os nossos filhos para mais esta nova realidade. (in seguanet)


A SeguraNet que é o serviço de sensibilização sobre utilização segura da Internet, lança anualmente (a coincidir com o calendário escolar) a iniciativa “Desafios SeguraNet”, dirigida a todos os ciclos do ensino básico e ao ensino secundário.
Estes desafios são dirigidos a alunos, professores e Pais. Há Desafios para todos, para serem desenvolvidos de forma colaborativa nas escolas com os professores ou em casa com os encarregados de educação. As turmas registadas são, ao longo do ano, convidadas a responder a três desafios sobre temas relacionados com a utilização segura e crítica da internet, obedecendo a uma calendarização que culmina com a atribuição de um prémio aos melhores trabalhos. (In Internet Segura)

O desafio da seguranet para os Pais (Cyberbulling e Utilização do telemóvel) termina no final do mês de Março, este desafio é formado por questões já respondidas pelos alunos, assim, em caso de dúvida, peçam ajuda aos vossos educandos, ou contactem-nos através do nosso e-mail.

Participe!!
Ao participar está a ajudar os nossos educandos.


10 março 2013

Exames Nacionais do 1º, 2º e 3º Ciclo




Os exames nacionais estão quase a começar e para ajudar na sua preparação, a escola criou uma nova disciplina- na Plataforma moodle para que todos possam consultar, com a designação de, Provas Finais e Exames de Equivalência à Frequência (2013).

Para que os E.E e alunos do 4º, 6º e 9º ano possam ter acesso à documentação foi criada uma disciplina específica que está integrada no Grupo de Disciplinas - "Alunos – Exames" e está configurada para que todos tenham acesso sem chave de inscrição.

Para os EE interessados basta aceder ao link:  Provas Finais e Exames de Equivalência à Frequência (2013)
e clicar em  Entrar como visitante.

02 março 2013

A Crise e as Crianças


Não é novidade para ninguém que a crise económica, financeira ou social afecta, em primeiro lugar, as populações mais vulneráveis. Nestas, incluem-se as crianças, em especial as que pertencem a meios desfavorecidos ou que têm alguma forma de deficiência ou handicap.

Acresce que estes “meios desfavorecidos” não são apenas os tradicionais, mas abrangem hoje muitas famílias anteriormente pertencentes a uma classe social com algum (mesmo que pequeno) desafogo e que, agora, estão estranguladas pelo desemprego, cortes sociais, aumentos incomportáveis da carga fiscal e das múltiplas falências.

Convém, no entanto, ter presentes três factos: um, é que sempre houve, ao longo da História, períodos de crise. Portugal, durante a II Grande Guerra, por exemplo, apesar de não ter estado directamente envolvido no conflito, passou tempos muito difíceis, com racionamentos de leite e de pão e com todo o tipo de restrições ao bem-estar. Segundo facto: a actual crise “apanha” a população portuguesa num estádio de desenvolvimento muito bom, com capacidade, portanto, de lhe fazer face. Mesmo com a redução do poder de compra ou de algumas benesses, e perspectivando-se um certo grau de empobrecimento geral, iremos, na pior das hipóteses, ficar muito acima do nível de vida da esmagadora maioria da população mundial. Terceiro facto: as crises servem também para reflexão, definição de novos paradigmas, para mudança e crescimento, e para nos libertarmos de erros e falhas passadas, de modo a que, pelo menos estes, não se voltem a repetir.

Recusando qualquer argumento arrogante e insuportável, do tipo “aguenta, aguenta”, e criticando, sem cerimónias, a insensibilidade social deste Governo, que, para mim, tem uma agenda política muito bem definida, para lá de uma incompetência igualmente explícita, estou, de qualquer forma, em crer que a actual crise poderá ser uma oportunidade para as famílias repensarem as suas prioridades, designadamente os seus hábitos de consumo, e, também, para evitarem uma coisa terrível: o desperdício.

Por outro lado, pode servir para ensinar as crianças a distinguir entre o que é essencial e o que é acessório: por exemplo, uma ida a um parque colher folhas secas, fazer colagens ou apanhar pedras e pintar, ou ir a uma praia apanhar conchas, podem ser actividades de “custo zero” que dão prazer e conhecimento, entretenimento e gozo e que não se compram. Ou seja, têm um grande valor, mas um pequeno preço.

Com excepção para as famílias em situações-limite – e que são cada vez mais –, que poderão vir a passar por dificuldades extremas e carências em bens essenciais, a crise pode ser uma forma para reflectir sobre o que se gasta em consumos desnecessários e permitir às crianças valorizar o que têm e perceber que não são mais felizes por terem mais roupa ou brinquedos.

Vale também a pena explicar aos nossos filhos que a crise resulta, em parte, da ganância do “quero tudo, já!”, que atingiu muitas pessoas, levando-as a pensar que eram deuses a quem tudo era devido, e que desembocou numa escalada de consumo de bens apenas para ostentar um determinado estilo de vida ou mero show-off. Também será uma boa oportunidade (dependendo da idade, claro) para explicar, com verdade, mas sem entrar em pormenores ou áreas que as crianças não compreendam, as causas e as consequências da crise e explicar a interdependência dos vários fenómenos sociais e políticos. E de como, se não lutarem por uma sociedade democrática e equitativa, de que são exemplo as escandinavas, irão ter um país empobrecido, desigual, iníquo e injusto.

Mas se, por um lado, é importante que as crianças percebam que os pais têm menos poder de compra, por outro, também devem sentir que isso não vai afectar o seu bem-estar ou as suas necessidades básicas. O impacte psicológico da crise será maior se os pais se lamuriarem e vitimizarem perante as crianças – estas têm de sentir que têm pais que conduzem o barco e que os protegem e promovem segurança.

Encaremos a crise com lucidez, esperança e vontade de a vencer. O derrotismo, a desilusão e o pessimismo só servirão para aumentar a nossa infelicidade. Para isso, já basta a própria crise…

Texto de Mário Cordeiro
In Público online

27 fevereiro 2013

Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores


O Concurso Jovens Cientistas e Investigadores é desenvolvido desde 1992 pela Fundação da Juventude, em Portugal. Com o objectivo de promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores e estimular o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Investigação e Inovação, este concurso destina-se a todos os estudantes a frequentar, em Portugal, o ensino básico, secundário ou primeiro ano do ensino superior, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos.

De âmbito nacional, o Concurso pretende incentivar um salutar espírito competitivo nos jovens, através da realização de projectos/trabalhos científicos inovadores, integrados em processos educativos regulares, sendo atribuídos prémios aos alunos e projectos seleccionados.

Os projectos/trabalhos devem enquadrar-se numa das seguintes áreas de estudo: Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Engenharias, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática e Química.

Os trabalhos candidatos à 21ª edição do Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores, devem ser submetidos online até ao dia 19 de Abril de 2013.

A VII Mostra Nacional de Ciência terá lugar em Lisboa, no Museu da Eletricidade, de 30 de Maio a 1 de Junho de 2013.

Os trabalhos vencedores recebem prémios que variam entre os 1.500€ e 500€, para além de poderem representar Portugal em vários certames internacionais.

Para mais informações contacte
Susana Chaves:  schaves@fjuventude.pt ou  http://www.fjuventude.pt/jcientistas2013/

26 fevereiro 2013

Aprender a Estudar

Saber estudar é fundamental para o percurso académico de todas as crianças e deve ser ensinado desde cedo. Em casa, os pais podem desempenhar um papel importante. Aqui ficam alguns conselhos úteis para pôr em prática

“Estudar, como se faz?”, “Valerá a pena aplicarmos os métodos do antigamente ou do agora é que é bom?”, “Até que ponto ajudar a estudar?”, “E em que condições: com a televisão aos berros ou em silêncio sepulcral?”… No prefácio do livro Ensina o teu filho a estudar, o pediatra Mário Cordeiro enumera uma série de questões que surgem necessariamente aos pais com filhos em idade escolar. Renato Paiva, o autor do livro, baseou-se na sua vasta experiência como formador e orientador escolar, para passar aos pais um conjunto de pistas e informações úteis, sobre um tema por vezes negligenciado, mas absolutamente necessário. Eis algumas das mais importantes, aqui.

24 fevereiro 2013

Seis Razões Para a Educação Financeira


O tema da educação financeira tem sido muito falado nos últimos tempos, sobretudo para que os alunos aprendam a relacionar-se com o dinheiro. Uma boa educação financeira nas escolas vai fazer com que as crianças possam transmitir aos pais alguns conceitos e novas ideias para investir e poupar. Ou seja, o aumento da literacia financeira junto dos mais novos, poderá ter um impacto significativo no meio familiar, já que poderá aumentar a sua participação nas decisões financeiras e nas boas práticas do agregado. Foi este o ponto de partida para a primeira Conferência Nacional de Educação Financeira, cuja organização pertenceu à ASFAC – Associação de Instituições de Crédito Especializado.

Mas porque deve aumentar a sua cultura financeira? 

21 fevereiro 2013

Aprender a Fracassar


Experimentar, errar, acertar, tentar, desiludir, fracassar,…,são partes integrantes da aprendizagem. Aprender implica avanços e retrocessos, sucessos e fracassos, alegrias e desilusões, conseguir ou fracassar.

É tão importante aprendemos com o fracasso como melhorarmos com o sucesso. Por certo que o sucesso nos traz mais alento, maior motivação, aumento da auto-estima. O fracasso não. Por isso é tão importante que se aprenda a reagir a situações adversas de insucesso e fracasso. Saber reagir e aprender com os erros é fulcral para que a nossa auto-estima e auto conceito não sejam denegridos.

 Winston Churchill, o conhecido estadista e historiador britânico, já referia que “O sucesso consiste em aprender a prosseguir, de fracasso em fracasso, sem desesperar-se”.

Todos nós já fracassamos, muitas ou poucas vezes ninguém poderá dizer que nunca fracassou. É natural da condição humana e do processo de aprendizagem.  Vencer é aprender a fracassar. O sucesso na vida consiste em saber enfrentar os inevitáveis fracassos do quotidiano.

As frustrações, as contrariedades, os contratempos, as desilusões,…, contribuem para a nosso favor. O fracasso evidencia as nossas limitações, mas o tempo oferece-nos a possibilidade de aprendermos a superar as dificuldades e de darmos e melhor de nós. Não desanimando, não desistindo! Como dizia Quevedo, “quem, nesta vida, quer todas as coisas ao seu gosto, terá muitos desgostos”.

Ajudar a criança a reagir às suas desilusões e aos seus fracassos é de importância acrescida desde cedo. É certo que vão errar, que se vão desiludir e fracassar, mas é importante não as contermos numa redoma de cristal que não pode estalar! É importante que as crianças vivenciem as situações, que experimentem, que ajam, sem receios. Cabe ao adulto amparar, conter, securizar para avançar novamente sem receios. Quando se trata de educar os filhos, é muito importante não deixar cair em nenhuma espécie de “neurose” perfeccionista.

Assistimos de forma contínua a profissionais desistirem e abandonarem carreiras profissionais ou estudantes a desistirem de cursos nas primeiras reprovações. Rapazes e raparigas que fracassam o primeiro namoro e que estas situações lhes assombram a vida por muito tempo. Certamente que fracassar em áreas importantes para a nossa identidade como a afectiva ou a profissional acarreta sempre sequelas, mas não é o fim.

As situações mais difíceis são aceitar que falhamos em algo que para nós tem importância. Que um relacionamento em que apostávamos, fracassou.

Que fomos tivemos uma avaliação negativa num teste importante, que falhamos um golo no jogo decisivo,…A aceitação do fracasso é o primeiro passo, e o confronto com o fracasso superado precoce é fundamental. A não-aceitação do fracasso leva-nos à uma busca incessante pela perfeição, que não existe. É bom ser-se perfeccionista, mas não querer ser-se perfeito.

Lidar com a situação desagradável de ter fracassado é custoso para as crianças. Se repararmos no percursos posterior, constatamos que a não-aceitação do fracasso conduz a uma ferida, uma mágoa, muitas vezes escondida mas viva, que vai provocando ressentimentos, medos e inseguranças. Esconder o
O foco fundamental é tentar ir evoluindo, até onde nos for possível, incorporando o fracasso como uma etapa da vida, como uma experiência de aprendizagem.fracasso, a dor, a mágoa, só as torna maiores, mais fortes e complicados. Promova diálogo com os seus filhos para que falem das suas emoções, do que sentem quando fracassam e ajude-os a superar essas dificuldades em enfrentar situações semelhantes. Admitir o fracasso mostra coragem para enfrentar mudanças, que são necessárias para aprender e evoluir.

O maior dos fracassos é deixar de se fazer as coisas por medo de fracassar. Viva!

Texto de Renato Paiva